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Palpitação em tempos de COVID

Dentre as principais queixas no consultório cardiológico, estão as palpitações, que podem aparecer a qualquer momento do dia ou da noite, gerando muito desconforto. Os indivíduos que, com frequência, apresentam palpitações tornam-se pessoas constantemente preocupadas quanto ao que pode acontecer após uma crise. É muito comum o questionamento de se um episódio intenso e prolongado de palpitações poderia resultar em uma parada cardíaca. Na grande maioria das vezes, ainda que as palpitações causem muito desconforto e temor, as mesmas costumam ser benignas, em muitos casos, um dos sintomas físicos de um quadro de ansiedade. Em tempos de pandemia, as crises de ansiedade têm aumentado bastante, com isso as queixas de palpitação cardíaca são maiores. O excesso de informações, medo do contágio, distanciamento social e incertezas quanto ao futuro contribuem (e muito) para o aumento da ansiedade. O excesso de estresse é uma das principais causas de palpitações e acontece porque, em situações de estresse, nervosismo ou ansiedade, o organismo libera adrenalina, um hormônio que aumenta a frequência cardíaca, tornando mais fácil sentir os batimentos do coração.   Mas atenção: caso as palpitações piorem ao longo do tempo e apareçam acompanhadas de outros sintomas como tonturas, aperto no peito ou falta de ar, procure o arritmologista imediatamente.




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